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Especial aviação executiva

Fabricantes sentiram a crise, mas avaliam que a retomada do crescimento deve começar já no segundo semestre.

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07/06/2009

Especial aviação executiva

A perspectiva dos principais agentes do mercado brasileiro de aviação executiva mudou. A fase mais aguda da crise financeira mundial aparentemente passou e hoje os empresários do setor já se sentem mais à vontade para fazer uma projeção dos negócios. Embora ainda pairem dúvidas sobre os rumos da economia global, o que se ouve de executivos das diversas áreas deste segmento é que, após um ajuste natural determinado pelo choque comercial dos últimos meses, a expectativa é de retomada do crescimento das vendas ainda neste segundo semestre de 2009 e uma consolidação definitiva do uso de aeronaves como ferramenta de trabalho no Brasil.    

 

Com a redução das turbulências, a primeira conclusão a que os operadores brasileiros chegaram é favorável ao país. Eles constataram que aquela suspeita inicial de que o mercado daqui estava em uma situação melhor do que o lá de fora se confirmou. Ou seja, o impacto da crise nos Estados Unidos e na Europa foi sensivelmente maior do que no Brasil. Para se ter uma idéia, no final do ano passado, as vendas de aeronaves no mercado norte-americano, que já vinham caindo, quase pararam. No acumulado dos últimos meses, estima-se que as perdas por lá cheguem a 60%. “No Brasil, essas perdas devem ficar entre 10 a 15%”, arrisca José Eduardo Brandão, diretor comercial da Ocean Air Táxi Aéreo, representante da Bombardier e da AgustaWestland.

 

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Fonte: www.aeromagazine.com.br

Autor: Aeromagazine