< Voltar

Líder Aviação lança serviço de elaboração de MEL

Obrigatória para empresas que atuam como taxi-aéreo, a Minimum Equipment List também oferece vantagens pra operadores privados

Envie a um amigo Curtir
Tweet

18/02/2016

Líder Aviação lança serviço de elaboração de MEL

Aumentar a disponibilidade da aeronave, sem colocar em risco os usuários. Essa é uma das principais vantagens de se elaborar uma Lista de Equipamentos Mínimos (MEL, do inglês, Minimum Equipment List), serviço que, a partir de agora, é oferecido pela Líder Aviação. “Diante da escassez de oferta desse serviço no Brasil, muitos operadores tinham que procurar companhias no exterior. E, como já possuímos expertise, em função do trabalho feito para nossa própria frota, vimos que poderíamos preencher um gap no mercado”, explica Maria Lúcia Renault, diretora geral de manutenção, fretamento e gerenciamento de aeronaves da Líder Aviação.

A MEL é um documento que relaciona os equipamentos que podem estar inoperantes sem impossibilitar o despacho da aeronave para voo. “Os itens que constam na lista são definidos de acordo com os fabricantes e com as regras das agências reguladoras em cada país”, explica. Operadoras de taxi-aéreo são obrigadas a ter a MEL em suas aeronaves, enquanto usuários privados têm nela uma comodidade, pois, segundo Maria Lúcia, ela amplia a assertividade na manutenção.

“Existem equipamentos aeronáuticos que atuam em conjunto para realizar uma única função. Ao desenvolver uma MEL, seja para nossas aeronaves ou para um cliente, essa redundância permite que a operação seja realizada em segurança, mesmo em caso de pequenas panes, por exemplo”. Entre esses itens, luzes externas e internas, sistema de ar condicionado, válvulas anti-gelo, radar meteorológico e outros.

Com a MEL, o operador tem um mapeamento do período em que pode operar sem determinados equipamentos antes de sanar a pane. Dessa forma, segundo Maria Lúcia, o operador consegue ter maior disponibilidade da aeronave entre as manutenções periódicas. O trabalho leva três a quatro meses, dependendo de porte e modelo da aeronave, e é feito por engenheiros aeronáuticos, que seguem à risca as regras estabelecidas pelas autoridades fiscalizadoras de cada localidade.

Fonte: Líder Aviação